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S. GONÇALINHO 2019, PATROCINADO PELO GLICÍNIAS PLAZA

S. GONÇALINHO 2019, PATROCINADO PELO GLICÍNIAS PLAZA

10 a 14 de janeiro

Sabia que as festas de S. Gonçalinho de 2019 têm como patrocinador principal o Glicínias Plaza? É verdade, a tradicional festa de Aveiro ganhou um patrocínio muito especial - o nosso!

Quem já não ouviu falar da festa em que cavacas (bolo típico) são atiradas do topo de uma Capela, sob forma de promessa ao santo ou simplesmente diversão, enquanto outras pessoas, cá em baixo, as tentam apanhar no ar para ter sorte o ano inteiro? É essa mesma, a tradição das festas de S. Gonçalinho no bairro mais típico de Aveiro.

Não perca, de 10 a 14 de janeiro, as festas de S. Gonçalinho no Bairro da Beira-Mar. Divirta-se por lá, mas as compras... faça-as por cá ;)

Visite a "Rua Glicínias", e no dia 12 de janeiro, a partir das 15H00, fique atento às nossas promotoras por lá, porque quando há "chuva de cavacas" só há uma coisa capaz de as amparar: Guarda-chuvas*!

Glicínias Plaza, FUN, FOOD, FASHION!
*limitados ao stock existente

Curiosidades sobre a Festa de S. Gonçalinho:
S. Gonçalinho, como sempre foi conhecido no Bairro da Beira-Mar, terá nascido em 1190 em Arriconha, perto de Guimarães. Filho de uma família de nobres, foi ordenado sacerdote em Braga e partiu em peregrinação para Roma e para a Terra Santa. Quando regressou dedicou-se à pregação e à generosidade social nas terras de Entre o Douro e Minho, estabelecendo-se em Amarante (onde é conhecido como São Gonçalo de Amarante), onde viria a falecer a 10 de Janeiro de 1262.
Tido como santo casamenteiro, acreditam os seus devotos, curar doenças de ossos, tira nós de corações sofridos e vincos de almas doridas. Reza a lenda que S. Gonçalo terá estado uns tempos por Aveiro, na altura em que viajou por vários sítios da Europa. Independentemente dessa confirmação ou não, São Gonçalo foi acarinhado pelas gentes da Beira-Mar, que o adotaram como seu padroeiro, por acreditarem no seu poder em curar doenças ósseas e em resolver problemas conjugais e onde mais do que venerado, pode-se afirmar que é muito amado, ao ponto de ser apelidado do “seu menino”, daí o carinhoso diminutivo de “S. Gonçalinho”.
Relativamente à origem da crença no S. Gonçalinho em Aveiro, sabe-se que o primeiro Templo em honra de São Gonçalo foi construído no século XV, resultado da devoção que os marinheiros tinham neste santo, pela sua experiência nas fainas marítimas com os camaradas do Norte de Portugal. Por ameaça de ruína do primitivo templo, entre os anos de 1712 e 1714 foi construída a atual capela de S. Gonçalinho, no Bairro da Beira-Mar, junto aos canais da Ria de Aveiro, garantindo a permanência da fé das gentes deste bairro no santo amarantino.
Diz-se também que a construção desta capela poderá estar associada a outra história: “ Havia um barco em cuidados no meio de uma grande tempestade. Era de noite e a embarcação acabou por se virar. Os pescadores aflitos não sabiam para que lado nadar até que viram ao longe uma luz. E foi aí que prometeram que se se salvassem construiriam uma capela no local onde viram a luz. Assim aconteceu e assim fizeram. Posteriormente terão chegado as comemorações em honra deste Santo. “Diz-se que as festividades em Aveiro terão começado, de acordo com a memória dos antigos, em 1875, no entanto, num texto publicado no Arquivo Distrital de Aveiro, estas festas estão datadas de 1935.
Independentemente da data que marcou o seu início, todos os anos, no fim de semana mais próximo de 10 de Janeiro (data em que se supõe que o São Gonçalo terá falecido), realizam-se os festejos em honra de S. Gonçalinho em Aveiro. Esta festa, celebrada no Bairro da Beira-Mar, junto à capela, decorre ao longo de cinco dias e inclui, de um modo geral, o arremesso das cavacas, o fogo-de-artifício sobre o bairro e canais da Ria, os bailes populares e concertos, as romarias pelas estreitas ruas deste bairro e ainda outras manifestações populares, como a ‘Dança dos Mancos’ ou a Entrega do Ramo. O processo de candidatura da festa de São Gonçalinho a Património Imaterial da Humanidade está na sua fase final de submissão à UNESCO.
Os dias do fim de semana são os mais populares da festa, ocasião em que ocorre maior número de arremessos de cavacas, ao mesmo tempo que as bandas filarmónicas e os artistas de música pop atuam no palco (geralmente montado nas imediações da capela). O arremesso das cavacas (que consiste em atirar cavacas a partir do corredor lateral que circunda a cúpula da capela, em direção à multidão) é uma das singularidades desta celebração e encontra-se relacionado com o pagamento ou cumprimento de promessas, por parte dos fiéis ou romeiros do Santo. Apesar do fim de semana ser o momento alto da festa, a segunda-feira é também um dia de muita importância. É neste dia que se realiza a passagem de testemunho da comissão de festas, formalizada com o “Arruada de Entrega do Ramo” (Arruada) e com a “Dança dos Mancos”. Em suma, no seu conjunto, a festa de S. Gonçalinho contribui para a construção identitária entre a população do bairro da Beira-Mar, a partir da conjugação de três factores principais: a crença devocional no poder do Santo; o encontro de vizinhos em torno da fartura, simbolizada nas cavacas que se entregam como um ‘bodo aos pobres’; e a cumplicidade à volta dos actos de transgressão, que tem na ‘Dança dos Mancos’ o seu ponto dramático mais intenso.
Um dos costumes mais vincados da Festa de S. Gonçalinho é o pagamento de promessas ao padroeiro, atirando as cavacas do cimo da capela para o público. Não se trata de atirar o saco inteiro da promessa (embora isto se observe na festa), mas sim de lançar do alto da igreja, as cavacas, uma a uma. As cavacas de que atrás se falou, são bolos secos feitos de claras de ovos, farinha e cobertos de açúcar. Surgiram pela necessidade de aproveitar as claras que sobravam da preparação dos ovos-moles. Na última festa e contando apenas com as cavacas vendidas pela Mordomia cessante, foram lançadas uma quantia superior a seis mil e quinhentos quilogramas. Esta é uma prática muito característica desta festa, que a transforma numa manifestação de tributo, culto e veneração por parte dos romeiros ao Santo. Numa brincadeira que inclui homens e mulheres de todas as idades, as pessoas sobem até à cúpula da capela, através de umas escadas muito íngremes e estreitas e atiram as cavacas, ao som do sino que toca continuamente durante os lançamentos. Durante este momento, as pessoas que se encontram junto à capela tentam apanhar as cavacas utilizando redes, sacos, guarda-chuvas virados ao contrário ou simplesmente com as mãos, deslocando-se de um lado para o outro para tentar apanhar o maior número possível de doces. Milhares de quilos do doce são arremessadas todos os anos por milhares de pessoas que querem pedir um desejo ao Santo ou simplesmente se divertir. A relação entre o lançamento das cavacas e o S. Gonçalinho tem uma origem simbólica, sendo que existem muitas histórias e lendas associadas. Há quem diga que São Gonçalinho ia levar pão aos habitantes das Gafanhas junto a Aveiro, zona onde antigamente viviam leprosos e para evitar o contágio da lepra S. Gonçalinho atirava o pão de um local alto. Outra crença que circula entre o povo é que certa vez, em alto mar, vinha um barco quase a afundar-se e que um dos pescadores terá prometido que se chegasse são e salvo a terra subiria ao cimo da capela para atirar pão aos pobres. Existe ainda outra origem mais lendária que se relaciona com os cavacos, nome dado aos pedaços de madeira que o Santo teria transformado em pão, sendo esta a explicação para o nome cavacas e para o facto de serem tão duras. As cavacas da festa são duras e doces, mais côncavas e diferentes daquelas que se encontram habitualmente à venda, que são moles. O lançamento destas cavacas, surge como meio de “pagar promessas ou de encomendar alguma graça ao S. Gonçalinho. Para a apanha das Cavacas disputam-se os melhores ângulos e são diversos acessórios como guarda-chuvas virados ao contrário, nassas de pesca (longas varas com sacos abertos de rede ou até mesmo saias esticadas em avental. As cavacas podem ser comidas no momento, oferecidas, partilhadas com a família e os amigos ou guardadas de ano para ano, como símbolo material da proteção do Santo.
Em 2019 a Festa de S. Gonçalinho decorrerá entre os dias 10 e 14 de Janeiro ( de Quinta a Segunda-Feira). Durante estes dias as festas animarão a cidade e o Bairro da Beira-Mar, em Aveiro e serão muitas as toneladas de cavacas que voarão do alto da capela.
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